SISTEMA DE MONITORIZAÇÃO PARA O ESCOAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS

Quais os fatores que poderão afetar o normal escoamento
de águas pluviais?

Segundo um estudo elaborado por um investigador da Universidade de Lisboa, as alterações climáticas têm um papel decisivo na modificação do ciclo hidrológico na zona do Mediterrâneo. Em Portugal, apesar da diminuição da pluviosidade média anual, de norte a sul do país, está previsto um aumento de cerca de 20% de dias de precipitação intensa em curtos períodos de tempo.

Da mesma forma, as inundações poderão ser o agente principal na origem das obstruções nas redes de esgotos e estações de tratamento de águas residuais, causando o derramamento de águas parcialmente tratadas. Este cenário torna imprescindível uma otimização não só de todos os sistemas de drenagem urbana, mas também de todos os órgãos gerais que os compõem, por forma a minorar os riscos de inundações e as consequências associadas à saúde humana, ambiente e infraestruturas.

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Como é feita a disposição dos
sistemas de drenagem
de águas pluviais atualmente

Os sistemas de drenagem de águas pluviais apresentam órgãos de entrada a montante e ao longo da rede de coletores e órgãos de saída a jusante. Por se tratarem da fronteira de transição entre sistemas, o correto funcionamento do processo de drenagem está dependente do funcionamento em pleno dos dispositivos. São, portanto, uma peça fundamental para o correto desempenho de todo o sistema, captando e escoando as águas.

Segundo a Norma Portuguesa NP 676 – 1973, a rede de esgotos está organizada em:
- Sarjetas: a entrada das águas nos dispositivos é feita lateralmente. Normalmente, encontram-se nos passeios da via pública.
- Sumidouros: a entrada das águas nos dispositivos é feita pela parte superior, o que implica a utilização de uma grade que permita a entrada de água, sem que para isso seja prejudicada a normal circulação rodoviária. Normalmente são introduzidos no pavimento da via pública.

O que de inovador traz o SMEAP às cidades,
na monitorização
da drenagem de águas pluviais

O SMEAP apresenta-se como um sistema capaz de estabelecer uma análise dos dados relativos ao estado da rede sistema de drenagem de águas pluviais, conferindo aos responsáveis pela gestão da rede pluvial, importantes indicadores que traduzem a performance geral de toda a rede.

Através da instalação de sensores IoT e da aplicação de Inteligência Artificial nos dados recolhidos, será possível não só uma monitorização de toda a rede segundo parâmetros previamente definidos, mas também antecipar um sistema de alerta em caso de obstrução, com antecedência suficiente para a manutenção preventiva dos elementos que requerem intervenção na rede de drenagem.

Como irá contribuir o SMEAP para a
gestão e controlo
das águas pluviais

Resultante de objetos que poderão pontualmente cair para o interior das sarjetas (sacos de plásticos, embalagens, etc.) e que contribuirão para a sua possível sua obstrução, a eficácia de escoamento será claramente reduzida, podendo, portanto, acontecer um transbordamento. Para prevenir tal cenário, uma vez conhecidas não só as dimensões das sarjetas, é feita uma monitorização principalmente ao nível de profundidade, sendo possível chegar a um valor que representa o grau de obstrução interno da sarjeta.

Para tal feito, o SMEAP recorre a um hardware desenvolvido pela Ankix, constituído por sensores de ultrassons e de luminosidade. O dispositivo, de dimensões compactas e elevada autonomia energética, é capaz de medir o espaço não obstruído, assim como as condições de luminosidade no interior. Estas medições, após tratamento, permitem aferir o estado do sistema de forma isolada ou global, permitindo ao operador a definição de estados de criticidade, a monitorização em tempo real em dashboard e criação de alarmística.

Por outro lado, a ação humana poderá também condicionar o normal escoamento dos órgãos pluviais e assim provocar uma obstrução à superfície, como é o caso de papelões, jornais e embalagens de produtos. Deste modo, uma vez que o sistema de escoamento terá de ter sempre a sua abertura no topo, de forma a coletar as águas pluviais, o SMEAP procede à medição da luminosidade que, uma vez entrando pela sua abertura, será refletida para o interior das sarjetas, sendo assim possível apurar o nível de eficiência do trabalho da grelha de proteção do sistema de águas pluviais.

Tecnologias
Utilizadas no SMEAP

Sensores

Ultrasom | Luminosidade

Rede LPWAN

Lora | Gateways | Rede TTN

Cloud

AWS

Apps

Web | Mobile

Como funciona o esquema de
comunicação
do SMEAP


Sensores

GATEWAY

REDE TTN

AWS

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